

(laiá, laiá, laiá)
(ô laiá)
É força, é doçura,
é proteção, Defende quem ama com garra e coração.
Entre Freud, Winnicott, história e reflexão,
Faz do riso uma arte,
da escuta, criação. Tem sorriso
largo, silêncio que arrepia,
Palavra certeira, verdade que alumia.
Mas, quando apimenta, não mede a fervura,
Nem todo mundo suporta tamanha franqueza e candura!
Ô, Jena, Jena, deixa o samba te levar!
Se uma voa, a outra ajuda a levantar!
(ajuda a levantar!) Se uma vence,
a outra vibra de emoção,
Amizade de verdade não conhece competição!
Se a vida lhe impõe o recuo,
ela sabe esperar,
Renasce das cinzas e torna a alçar seu voar.
Fênix de alma livre,
não retorna ao que passou,
Busca novos horizontes, segue aonde o bem chamou.
Ô, Jena, Jena, nosso enigma,
nosso FBI!
Tem mistério no silêncio,
tem verdade no olhar!
Vai voando, minha Fênix,
sem pedir licença ao céu,
Seja dona da sua história,
seja autora do seu papel!
Que o brincar seja seu guia,
Que a vida lhe conceda liberdade e poesia.
Pois, brincando, a gente descobre quem se é,
E voa com as próprias asas,
com coragem e com fé!
Viva o seu riso,
sua história, Sua coragem de existir!
Viva o seu jeito,
sua essência, Viva o seu direito de
sentir!
Seja
você!
Viva você!
(viva
você!)
Ô, Jena, Jena, deixa o samba te levar!
(laiá, laiá, laiá!) Viva você!