

A névoa desce. Fria.
Sem som.
(hummmm) O bosque cala,
perde
o tom.
Algo se move entre os ramos,
um abraço cinzento a crescer.
Já não ficas... já não há para onde correr.
Ela dita o fim!
(ela dita o fim)
O ar pesa em ti,
nevoeiro sem fim. (ahhhh)
A luz apaga.
A terra cede.
(hummmm) Não fujas dela,
nada te vale.
Sentes o frio na pele,
esta névoa que morde e consome.
O teu rasto...
já ninguém sabe o teu nome.
Já não és tu.
Só a névoa resta.
Ela dita o fim!
(ela dita o fim)
O ar pesa em ti,
nevoeiro sem fim. (ahhhh) (shhh)
Agora és dela...