

(grito de festa: "E bota calor que este gajo não faz nenhum!
Siga, caralho!")
Eu acordo de manhã com uma janoia que não posso,
Vou direito ao café e nem me deito ao fosso.
Entro na carrinha da Pinguim Express,
A rasgar pela estrada,
que se fodam as leis!
Chego à firma e o patrão fica fodido com o meu jeito,
Porque eu fodo todos no trabalho e não faço nada de jeito!
Passo o dia alapado,
na conversa e na descontra,
Quero que o trabalho vá pró caralho,
o que importa é a conta!
Ai, fumo iqos à grande no meio do estaleiro,
Sou o maior da vila,
o ganda vigarista e meliante inteiro!
Trato mal toda a gente,
não tenho educação, E ainda tenho de aturar o gajo mais colhão!
Sim, eu aturo o Beato Salo e a sua fumaça,
Enquanto o gajo apanha beatas e bebe o vinagre da desgraça!
Diz a lenda no bairro e as gajas da paróquia também,
Que um jumento como eu na região não há ninguém!
Elas fogem de mim quando me veem passar,
Mas depois à noite começam-me a ligar!
Não há gaja que aguente a minha anatomia,
Eu tenho uma pila de trinta centímetros,
que ganda avaria! Para a coisa entrar bem e não abrir uma
ferida, Chego pouca vaselina
e vai tudo
de seguida!
Ai, fumo iqos à grande no meio do estaleiro,
Sou o maior da vila,
o ganda vigarista e meliante inteiro!
Trato mal toda a gente,
não tenho educação, E ainda tenho de aturar o gajo mais colhão!
Sim, eu aturo o Beato Salo e a sua fumaça,
Enquanto o gajo apanha beatas e bebe o vinagre da desgraça!
Na Pinguim Express... a carrinha a derrapar!
Não faço nada de jeito...
só quero vacilar!
Trinta centímetros... que nem entram no ecrã!
Pouca vaselina... e fo-te já amanhã!
E o Beato Salo...
a apanhar as beatas do chão!
E tu vai levar no chão!
(grito: "Urrra, caralho!")